KARATÊ DE CIPÓ E RIBEIRA DO AMPARO FOI DESTAQUE
no 17º Campeonato Norte/Nordeste de Karatê-Dô Tradicional relizado no estado de Alagoas.
Foi realizado nos dias 26 e 27 de outubro de 2007, na cidade de Maceió – capital do estado de Alagoas, o 17º Campeonato Norte/Nordeste de Karatê, promovido pela Confederação Brasileira de Karatê-Dô Tradicional, onde a ASKASCEF participou e na classificação geral sagrou-se vice-campeã do campeonato.
o campeonato teve a participação de 22 academias dos nove estados do nordeste, com aproximadamente 400 atletas e como sempre, a bahia mais uma vez demostrou sua supremacia conquistando as três primeiras colocações:
Campeã - Academia Drakon de Salvador - Bahia;
Vice-Campeã - Academia ASKASCEF de Cipó - Bahia;
3º lugar - Academia Bushido-Kan de salvador - Bahia.
segue abaixo algumas fotos do campeonato.
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A Comarca de Vereadores de Cipó, por indicação do Vereador Gilberto, concedeu ontem o título de cidadã cipoense a Dra. Ana Gabriela Trindade, que com um grande trabalho e dignidade, representa o poder judiciário nesta Comarca. Nos discursos proferidos na noite, todos foram unânimes com relação ao trabalho desenvolvido pela juíza, seu espírito humanitário e a sua maneira de aproximar a justiça do povo.
A equipe do www.arildoleone.com registra aqui sua homenagem a José Pereira da Silva, “Xebeu”, assassinado brutalmente no último dia 17 de outubro (quarta-feira). Homem simples, trabalhador, pai de família, apaixonado pelo futebol, teve sua vida interrompida de forma cruel e banal. Deixamos aqui nossa indignação e revolta, ao mesmo tempo em que oramos para que “Xebeu” encontre sua paz espiritual no reino do céu. Cipó não está preparada para este tipo de violência.
Apesar dos R$ 2,3 milhões anunciados em obras e na saúde do município, a primeira visita que Jaques Wagner fez a Itamaraju após sua posse, foi ofuscada por protestos e vaias contra ao atual prefeito Dílson Santiago (PT), que mal conseguiu discursar
Além da grosseria imposta aos profissionais de imprensa, autoridades da região e lideranças políticas da cidade foram impedidas de qualquer aproximação com o governador. Foi o que aconteceu com os vereadores Joel Lacerda Vargens e Osvaldo Silveira Rocha, ambos do PT, além do pré-candidato a prefeito pelo Partido dos Trabalhadores, Dalvadisio Lima, que tiveram que ouvir Jaques Wagner, posicionados no lado de fora do palco.


De cidade pacata a cidade de Cipó-Ba, transformou-se em cidade do medo, quando um homem identificado como Sérgio da Cruz Barros, vulgo “Caçoá”, envolveu-se em uma discussão depois de consumir bebida alcoólica demasiadamente. No meio da discussão e com os ânimos exaltados, “Caçoá” sacou uma faca e com extrema frieza golpeou o Sr. José Pereira da Silva, conhecido como “Xebêu”, dono do estabelecimento na feira livre da cidade, onde o crime ocorreu. A vitima chegou a ser socorrida, mas não resistindo aos ferimentos, veio a óbito. Na fuga, o assassino não satisfeito, continuou sua barbárie atacando e ferindo gravemente mais três pessoas que foram socorridas no hospital municipal, mas encontram-se fora de perigo. Depois de fugir para a Comunidade Caboge (zona rural da cidade), o meliante foi detido, graças ao NI (Núcleo de Inteligência da Policia Militar) que conseguiu cercá-lo e possibilitou a captura do meliante pelos policiais: Soldados Eder e Marlene da 21ª CIA da PM. Segundo o repórter Arildo Leone, que teve acesso a carceragem da Delegacia de Cipó, o assassino apresentava total frieza e em nenhum momento demonstrou arrependimento. Questionado pelos repórteres, Araújo e Henrrique, acerca do motivo do crime, “Caçoá” respondeu: “ele queria me botá pra fora”, (...) “já perdi minha mulher, por mim o resto não importa”.
O repórter Arildo Leone sentiu na pele os tempos em que a imprensa era amordaçada e não tinha o direito de informar. Tentando registrar um fato jornalístico, onde o fato em questão já era público e notório, pois havia ocorrido um assassinato e três tentativas, o diretor do hospital, Sr. Estoécio Dourado e a secretária de saúde, Srª. Adriana, tentaram, com truculência, tomar os equipamentos do profissional, em uma clara tentativa de cercear o direito à informação. Não só o repórter Arildo Leone tornou-se vitima da opressão de uns poucos, como também toda a comunidade cipoense, que ficou apreensiva sem informações acerca do ocorrido. Segundo o repórter, fez-se lembrar os tempos do famoso “Zacarias”. Em tempo, até a policia militar foi acionada pela secretária.


POVO NA PRAÇA

